Como irritar as pessoas no cinema

Padrão

1 – Conte o que está acontecendo na tela para seu filhinho de quatro anos usando aquelas melodias irritantes que as pessoas usam para falar com crianças.

2 – Conte o que está acontecendo na tela para um amigo pelo celular. Certifique-se de que o amigo está na mesma sala, porém separado de você e também falando alto, para que a maior quantidade de pessoas consiga desfrutar do serviço essencial que você está prestando.

3 – Conte o que está acontecendo na tela para qualquer um que esteja ao seu lado.

4 – Fale com os personagens. Tipo: “não entra aí, sua burra! Ele está atrás dessa porta!”.

5 – Quando ela entrar lá, grite que a avisou e a chame novamente de burra.

6 – Invente um final para o filme e comente-o na fila. “Fiquei muito decepcionado quando mataram o filho do protagonista. Matar crianças não é legal”. Diga isso especialmente se o protagonista tiver um filho, desde que ele não morra no final. A pessoa vai ficar brava com você o filme inteiro, para só então perceber que foi enganada.

7 – Em momentos de extremo suspense, espreguice-se fazendo sons bem altos.

8 – Se for um filme de arte, por exemplo, comente bem alto na saída que achou uma porcaria porque não explodiu nada, nem teve pessoas peladas.

9 – Se for um filme daqueles bem deprês, nas cenas em que todo mundo está chorando, comece a gargalhar e depois tente puxar uma olááá comemorando a morte do personagem.

10 – Se tudo falhar, fique pelado e tente puxar uma oláááá novamente. Agora vai!

Em: A arte de ser Canalha

About mundoparticularlay

Sou um ser humano. Pelo menos, suponho ser. Talvez mais que uma máquina ridícula de idéias antiquadas e sonhos impossíveis, porém honestamente, é isso que sou, mas me contento em olhar pro futuro e pensar que minhas idéias não são tão estúpidas e que, com grande esforço meus sonhos poderão virar realidade. Posso ser de um tudo (indiferente, excêntrica, implícita, exagerada, intensa, instigante, irônica, sarcástica, anti-social, incoerente, chata, cínica, entediada e por vezes entediante). A dona do ócio improdutivo, praticante do sedentarismo, inoperante, procrastinadora ostensiva. Sou perfeccionista, desastrada, arrependida e azarada, desmemoriada e ciumenta embora, tranqüila, sincera, tímida, tola, ingênua, compassiva e entregue. Não sou perfeita e tenho sérios problemas com a perfeição posso ser várias e mesmo assim, continuar sendo uma só. Então é isso, posso ser incomum, mas convivo bem com as diferenças, só não espere que eu incorpore as “normalidades”...

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