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Quebrando o silêncio

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Título polêmico… (Risos) Deveria sim ter ido fazer jornalismo as manchete iriam ficar ótima, pelo menos. (RISOS)

Pois é, em quase quatro anos de blog, foram pouquíssimo os textos que escrevi. Decidi então mostrar a minha opinião a respeito dos mais diversos temas. Dizer o que penso e escrever. Escrever, escrever… (Risos)

É bom, treino redação, pra ajudar nessa etapa onde quero estudar pra tentar passar em um concurso público e deixo o blog mais pessoal. Embora TUDO, ABSOLUTAMENTE TUDO que posto reflete a minha opinião, meus gostos e minha forma de pensar. Adoro citar outros autores pela comodidade da forma de expressão. Acho que ainda tenho muito pra treinar pra conseguir ser objetiva. Sei o que quero dizer, mas não sei como dizer. (Risos)

É mais ou menos assim, eu tento me explicar, dai começo a falar, mas acho que pra complementar a ideia tenho que citar uma outra história, um outro autor ou ainda uma situação pra que tudo se encaixe, mas me perco no emaranhado de pensamentos e de repente não consigo mais concluir a ideia inicial e já parto pra outro assunto, porque perdi o fio da primeira meada, mas encontrei outros mil suplicando o seu desenrolar.

Sou uma tagarela, interrompo os outros, se bem que o motivo é justo, se não falar na hora que chega a ideia, o pensamento e a opinião, não consigo prestar atenção em mais nada porque se não esqueço o que ia falar! Terrível!

Então é isso, escrevi tudo isso pra dizer que vou escrever mais textos autorais.

Boa noite. Beijos.

LayNogueira

Demorei muito pra entender a dimensão do dano, mas agora tudo está se encaixando.

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Quando um casal termina, o que fica pode ir desde mágoas profundas até um vazio universal. Não posso ignorar as coisas boas, estaria sendo hipócrita e acima de tudo mentirosa (a coisa que mais abomino sobre a Terra). Tiveram muitos momentos bons, muitos risos e muitas descobertas, uma delas foi de que realmente não daria mais certo continuar com aquilo, que naquele ponto, já não poderia mais ser chamado de “relação”.

Vi esses dias, em um documentário, Terráqueos, que a verdade passa por três estágios (formuladas pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer):

1) a ridicularização; 2) a oposição violenta e 3) a aceitação. Acho que a fase 2 é a mais difícil, pode-se passar muito tempo contrariando e negando o fato. Estar sozinha é uma tática muito boa pra conseguir aceitar a verdade, pelo menos no meu caso. Sozinha, eu penso, argumento comigo mesma, contra-argumento, fico procurando porquês. Não é que eu me culpe sempre, já me flagelei durante toda a minha vida, sempre pensando que eu conseguia estragar com tudo, que eu era sempre a errada, que eu afastava as pessoas de mim. Bem, hoje ainda me flagelo, mas com um pouco mais de racionalidade. Esse é o meu jeito, essas são minhas escolhas, meu pensamentos. Não posso mudar por imposição, ou por que simplesmente alguém não aceita. Se agi errado, eu espero, pelo menos, que apontem-me os erro antes de me condenarem.

Sim, sou desatenta, esquecida, não observo tudo (principalmente pontos que são importante para os outros, mas que pra mim não fazem diferença), tenho uma visão holística ruim, sou uma miscelânea.

Decidi apagar todas as coisas escritas e fotos, esquecer as coisas ditas e lembranças. Acho que assim, conseguirei esquecer mais facilmente.

É engraçado, tive todos os motivos pra desistir desde o início, mas mesmo assim fui em frente. Deixei de lado o que os outros falavam, ignorei coisas que jamais, jamais ignoraria com base em uma projeção mentirosa. Realmente não sei o que aconteceu. Esse é um ponto que não consegui esclarecer. Mas, o lema é andar pra frente. Ainda sofro, não há porque negar, mas, é um sofrimento consciente. Agora percebo que quem errou não fui eu. Eu fui vítima desde o início. Foram mentiras, omissões e traição. Pena que não soube aproveitar o amor que tinha por você. Era puro, livre de qualquer interesse.

Agora preciso partilhar esse sentimento, que por vezes me sufoca, com quem realmente mereça, alguém que seja honesto, assim como sou todos os dias da minha vida, não somente com quem merece, afinal não é questão de merecimento, é questão de princípio.

E é aqui, no meu cantinho, que encontro espaço pra rasgar o grito preso na garganta. Escrever é a minha válvula de escape, é isso que faço pra aniquilar os pensamentos ruins, colocar pra fora todas as coisas que me limitam, meu medos e minhas conquistas.

Feliz por estar de volta.

LayNogueira εїз

garota correndo com balões

Dia produtivo

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Sabe a sensação de dever cumprido? É exatamente essa a minha sensação nesse momento.

Bem, eu fiz o que estava ao meu alcance e o quanto eu aguentei fazer. Acho que me torturei psicologicamente mais do que eu merecia. Mas agora acabou, acredito que ainda tenho muito para viver e é o que eu espero.

Sabe uma dica boa, ensinada pelos nossos pais e mais velho? Nada melhor que trabalhar pra espantar tudo de ruim que você poderia estar pensando se estivesse desocupada. Além de limpar a sua lista de “coisas para fazer” ainda te dá a sensação de competência e importância devida.

Nova fase da empresa, nova fase pessoal, tudo novo… Ficou meio clichê, mas tudo bem. Canais organizados, dentro da minha limitação, finanças organizadas, tudo certinho no seu lugar. Só resta chegar em casa ter o momento família de todo sábado, (re)fazer uns contatos e “adeus mais um dia”.

Hoje estou feliz! Tudo dentro do possível.

A moral da história é: Não se culpar, não se flagelar, ser você mesma, fazer escolhas corretas, deixar seguir o natural.

Tudo vai dar certo!

Não sei lidar com pessoas

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Faz um tempo que percebo esse terrível defeito, mas só hoje ele chegou a me incomodar tanto a ponto de querer desabafar. O fato é exatamente o título do post, EU NÃO SEI LIDAR COM PESSOAS.

Sou os extremos, ou abraço de forma que chega a sufocar ou deixo de lado a ponto de quase abandono… Não é falta de interesse nem tão pouco de esquecimento. É que quando percebo que a pessoa tem outras pessoas com quem dividir o que dividia comigo me afasto. Isso é tenebroso, assustador. Sou individualista e isto é um fato, mas acredito que cheguei ao limite, que já se enquadre em um caso de possessão doentia.

Observando esse fato e comparando para além do campo amizade pude observar também que isso acontece com roupas, calçados e maquiagem (o que é menos grave, pois não magoa ninguém), mas enfim…

Eu juro que eu queria saber dosar esses dois extremos… Saber mesclar e não ficar com ciúme por cada vez que um amigo escolhe outro pra sair ou pra contar alguma coisa, ou quando o namorado escolhe jogar com os amigos ou sair pra conversar.

Ai, ai, vou pensar no que devo fazer… Me ocupar, talvez.

Bem, mas agora eu vou dormir…

Boa noite

Nostalgia: os desenhos da infância

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Estava no trabalho e durante o intervalo veio a conversa “desenhos da infância”. Foram relembrados desde os clássicos até os que marcaram individualmente a infância de cada um…

Pesquisando no Youtube relembrei vários deles, vou compartilhá-los com vocês a seguir…

Pra iniciar um anime que eu amo de paixão, que gravava pra assistir depois, Digimon, exibido pela Rede Globo nos anos 90, a primeira temporada era tudo… Risos, sem palavras, carrego a música da Digitransformação até hoje no celular…

Em seguida, o que hoje é o toque do meu celular, A Nossa Turma (The Get Along Gang),  um desenho animado da década de 1980 exibido pelo SBT.

 

Depois vem o mais famoso de todos os animes ‘ever’, Dragon Ball, que estreou na década de 90 pelo SBT.

Depois desses é bom relembrar Cavalo de Fogo, também exibido pelo SBT nos anos 90. Esse desenho lembra minha prima amada e nossas aventuras no sítio, tinha um cavalo na casa dos meus avós e a gente chamava ele de cavalo de fogo só por causa desse desenho.

O Fantástico Mundo de Bob, achoq ue até hoje tenho reflexos desse desenho na minha personalidade…. Risos

Os mais particulares vou listá-los agora…

O seriado japonês Patrine exibido pela extinta Rede Manchete, tinha muita coisa boa alí…

Os Power Rangers que sempre explodiam, mas não sangravam…

E por último, mas não menos importante, e que quase ninguém lembra… O primeiro desenho rocknroll da televisão… Eu amava e ainda assisto pelo Youtube… Mister Bumpy série animada exibida no Brasil pelo SBT.

Bem, por hoje é só, porque se ficar citando todos os que gostavavai demorar pra acabar…

Quem sabe no “Nostalgia: os desenhos da infância 2”?

Beijos doces

LayNogueira